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Sindicato Discute Segurança Bancária Com Polícia Federal.

Sindicato discute segurança bancária com Polícia Federal.

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e do Ramo Financeiro no Estado de Mato Grosso (SEEB-MT) se reúne nessa sexta-feira (16), às 14h, com a Polícia Federal, na sede desta, para discutir segurança bancária. O encontro foi uma solicitação do SEEB-MT, após receber denúncias dos trabalhadores quanto ao transporte ilegal de valores, às deficiências na estrutura das agências em relação à segurança e devido à constante onda de assaltos no Estado.

O SEEB-MT pretende verificar como está sendo realizada a fiscalização dos itens de segurança das agências de Mato Grosso e em quais bancos a PF encontrou irregularidades. Também serão feitas denúncias contra alguns bancos. Somente nesse ano foram oito assaltos a bancos no Estado e nove caixas eletrônicos arrombados. “Estamos cobrando mais rigor na fiscalização nas agências. Se o banco fizer a parte dele fica mais difícil a ação dos bandidos”, comenta o presidente do Sindicato, Arilson da Silva.

No mês de março, 15 bancos que atuam no Brasil foram multados em R$ 1,540 milhão por descumprirem normas de segurança nas agências. As multas foram emitidas pela Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) do Ministério da Justiça, coordenada pelo delegado Adelar Anderle da Polícia Federal.

A CCASP é um fórum tripartite. Conta com representantes do governo e entidades dos patrões e dos trabalhadores e se reúne, em média, a cada dois meses para julgar os processos abertos pela fiscalização das delegacias estaduais de segurança privada da Polícia Federal. No ano passado, as multas a bancos ultrapassaram os R$ 15,5 milhões.

O Sindicato também tem se reunido com representantes da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública para tratar desse tema. “Estamos buscando soluções em todas as esferas possíveis. O bancário não pode mais ficar à mercê de criminosos. O Banco não pode se omitir em detrimento do lucro e o Estado não pode ignorar o problema”, argumenta Silva.

O Documento – Cuiabá – MT

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