Paralisação de carro-forte

As garagens das empresas Protege, Brinks, Prosegur e RRJ, as maiores do setor de transporte de valores em São Paulo, estão paradas. O movimento começou no dia 2, comandado pelo SindForte – sindicato da categoria, devido a impasse nas negociações salariais. Os trabalhadores, com data-base em 1º de junho, reivindicam aumento real, pagamento de Participação nos Lucros (PPR ou PLR) por todas as empresas do setor e ampliação do adicional de risco de vida.